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07out

Os planos da Fruki para conquistar Santa Catarina

Fabricante gaúcha já abriu o primeiro centro de distribuição e conta quais serão os próximos passos

Fabricante de bebidas com sede em Lajeado (RS), a Bebidas Fruki dá andamento à estratégia para conquistar com força o mercado catarinense, onde começou a vender seus produtos há três anos. O primeiro centro de distribuição em Santa Catarina foi inaugurado em setembro. A unidade fica em Blumenau, tem quase 2 mil metros quadrados de área construída e atenderá as regiões Norte, Vale do Itajaí e parte do Litoral. Tem todos os 59 produtos da empresa, incluindo água, refrigerantes, sucos, energéticos e cervejas. 

Mas os próximos passos já estão definidos, como contou a presidente da Fruki, Aline Eggers Bagatini, em entrevista ao programa Acerto de Contas (domingos, às 6h, na Rádio Gaúcha). A ideia é abrir outros dois centros de distribuição em Santa Catarina para atender mais rapidamente as encomendas dos mercados que hoje recebem as bebidas por carretas. 

— A ideia é replicar o mesmo formato em operação no Rio Grande do Sul, entregando a mercadoria em dois dias no ponto de venda — explica a executiva. 

Além disso, a fabricante analisa o modelo de distribuidores autorizados, podendo ter dois ou três em Santa Catarina. Aline, no entanto, enfatiza que é preciso cuidado na seleção para que essas empresas tenham o mesmo posicionamento da Fruki, desde o atendimento aos clientes até a colocação dos produtos no ponto de venda. 

— Além das grandes redes que começamos atendendo, poderemos chegar agora aos pequenos comércios — diz a presidente. 

Sobre uma fábrica em Santa Catarina, Aline afasta a possibilidade por enquanto, mas não descarta para o futuro. Disse que a empresa foi muito assediada pelo governo catarinense enquanto analisava o local da unidade que está sendo construída em Paverama. 

No mix de produtos, não devem ocorrer novos lançamentos por agora. No entanto, a Fruki está estudando oferecer os produtos também em embalagens menores, identificando essa necessidade por parte do consumidor. 

Giane Guerra - Zero Hora